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03 April 2008

1 menagem??///?

hebe camrago

alou tipos

Imagem inteira: http://www.tipos.com.br/media/10/20080403-cersibond.jpg

contexto: www.cersibon.blogspot.com

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12 December 2007

Lula considera ceder fiofó em troca da CPMF


Presidente admite negociar lacre para seduzir oposição

Buenos Aires - REUTERS - O presidente Lula afirmou agora a pouco no Palácio do Alvorada que está disposto a fazer "o sacrifício máximo" para garantir a aprovação da CPMF. Depois de se comprometer a reduzir a alíquota da contribuição, mudar a destinação dos recursos, escrever cartinhas aos senadores e dançar a Conga em cima da mesa do Senado, Lula pretende jogar a última cartada. "Daria um dedo por este imposto, mas já tenho poucos", afirmou o mandatário brasileiro.

Embora sensibilizado pelos apelos de Lula, o líder da oposição Arthur Virgílio, ainda oferece algumas resistências. "Neste caso, sou obrigado a evocar a máxima consagrada pelos nossos nobres colegas: Primeirão, qualquer coisa!", exclamou o tucano. "Rosquinha pouca meu pirão primeiro", completou.

E a pureza?

"Calma que ainda tem mais 39 na fila!"

Soy loco por ti...

"Depois vou negociar a situação da Petrobrás com o Evo!"

E este foi o "Momento Al Vacaeda" aqui no blog do Bastardo.

FIM!

Bastardo

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06 December 2007

Tecnologia é uma coisa muito moderna...

woot?

Bastardo

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11 October 2007

Momento Lucio Ribeiro


Pode se julgar uma banda pelo seu gosto em matéria de covers?

Se sim, Killers é a melhor banda do mundo. Quatro covers que eles fizeram de músicas excelentes:

Why don´t you find yourself? - Morrisey

Na minha quase nunca humilde opinião, a melhor música do melhor álbum do vegetariano purpurinado. Acho que a versão do Killers é ainda melhor que a original, em sendo possível tal descalabro.

http://www.youtube.com/watch?v=02itxwQ88UM

Romeo and Juliet - Dire Straits

Uma boa coisa de não ter leitores vindo neste blog é que eu posso dizer o que quiser, então lá vai: acho Dire Straits bom pra caralho. Pronto, falei. E essa é sem dúvida a minha música favorita deles. A versão do Killer ficou muito boa também.

http://www.youtube.com/watch?v=87cLyBR1JTo

Shadowplay - Joy Division

Excelente escolha de banda. A música é legal também, mas acho que ia ficar mais legal Atmosphere ou Leaders of Men. Infelizmente, nesta versão o Killers cagou completamente. Tão ouvindo muito CSS, acho. Mas o que vale é a intenção.

http://www6.islanddefjam.com/www2/av_system/fv_standalone/player.php?link=591dm33Y343345KmGej9D6E2-90163

Moonage Daydream - David Bowie

Bowie é foda. Não sei se eles gravaram em estúdio, mas parece que eles estão tocando direto nos shows. Tomara que toquem esta e as outras três aqui em Curitiba.

http://www.youtube.com/watch?v=ZC0MsyAGyOk

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Falando em shows, continuam dizendo que o The Cure vem pro Brasil. Piada esta que vai fazer aniversário de dez anos, diga-se de passagem. Mas tá aí:

http://www.paniko.cl/index.php/noticias/confirmado-the-cure-en-chile-para-abril/

2 de Abril - Santiago, Chile
5 de Abril - Buenos Aires, Argentina
8 de Abril - Porto Alegre, Brasil
10 de Abril - Sao Paulo, Brasil
11 de Abril - Sao Paulo, Brasil
13 de Abril - Bogota, Colombia
15 de Abril - Caracas, Venezuela

Quem quiser manter os pés no chão pode relembrar momentos em que vieram com essa esparrela.

http://bastardo.tipos.com.br/arquivo/2004/06/25/wakka-wakka

http://bastardo.tipos.com.br/arquivo/2005/06/03/haja-paciencia-com-essas-bichas

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Na ausência de conteúdo próprio, publico aqui a melhor crônica em língua portuguesa do mundo.

Rubem Braga, 1945, gentlemen.

Chora o cavaco:

Aula de Inglês


Rubem Braga



— Is this an elephant?

Minha tendência imediata foi responder que não; mas a gente não deve se deixar levar pelo primeiro impulso. Um rápido olhar que lancei à professora bastou para ver que ela falava com seriedade, e tinha o ar de quem propõe um grave problema. Em vista disso, examinei com a maior atenção o objeto que ela me apresentava.

Não tinha nenhuma tromba visível, de onde uma pessoa leviana poderia concluir às pressas que não se tratava de um elefante. Mas se tirarmos a tromba a um elefante, nem por isso deixa ele de ser um elefante; mesmo que morra em conseqüência da brutal operação, continua a ser um elefante; continua, pois um elefante morto é, em princípio, tão elefante como qualquer outro. Refletindo nisso, lembrei-me de averiguar se aquilo tinha quatro patas, quatro grossas patas, como costumam ter os elefantes. Não tinha. Tampouco consegui descobrir o pequeno rabo que caracteriza o grande animal e que, às vezes, como já notei em um circo, ele costuma abanar com uma graça infantil.

Terminadas as minhas observações, voltei-me para a professora e disse convincentemente:

— No, it's not!

Ela soltou um pequeno suspiro, satisfeita: a demora de minha resposta a havia deixado apreensiva. Imediatamente perguntou:

— Is it a book?

Sorri da pergunta: tenho vivido uma parte de minha vida no meio de livros, conheço livros, lido com livros, sou capaz de distinguir um livro a primeira vista no meio de quaisquer outros objetos, sejam eles garrafas, tijolos ou cerejas maduras — sejam quais forem. Aquilo não era um livro, e mesmo supondo que houvesse livros encadernados em louça, aquilo não seria um deles: não parecia de modo algum um livro. Minha resposta demorou no máximo dois segundos:

— No, it's not!

Tive o prazer de vê-la novamente satisfeita — mas só por alguns segundos. Aquela mulher era um desses espíritos insaciáveis que estão sempre a se propor questões, e se debruçam com uma curiosidade aflita sobre a natureza das coisas.

— Is it a handkerchief?

Fiquei muito perturbado com essa pergunta. Para dizer a verdade, não sabia o que poderia ser um handkerchief; talvez fosse hipoteca... Não, hipoteca não. Por que haveria de ser hipoteca? Handkerchief! Era uma palavra sem a menor sombra de dúvida antipática; talvez fosse chefe de serviço ou relógio de pulso ou ainda, e muito provavelmente, enxaqueca. Fosse como fosse, respondi impávido:

— No, it's not!

Minhas palavras soaram alto, com certa violência, pois me repugnava admitir que aquilo ou qualquer outra coisa nos meus arredores pudesse ser um handkerchief.

Ela então voltou a fazer uma pergunta. Desta vez, porém, a pergunta foi precedida de um certo olhar em que havia uma luz de malícia, uma espécie de insinuação, um longínquo toque de desafio. Sua voz era mais lenta que das outras vezes; não sou completamente ignorante em psicologia feminina, e antes dela abrir a boca eu já tinha a certeza de que se tratava de uma palavra decisiva.

— Is it an ash-tray?

Uma grande alegria me inundou a alma. Em primeiro lugar porque eu sei o que é um ash-tray: um ash-tray é um cinzeiro. Em segundo lugar porque, fitando o objeto que ela me apresentava, notei uma extraordinária semelhança entre ele e um ash-tray. Era um objeto de louça de forma oval, com cerca de 13 centímetros de comprimento.

As bordas eram da altura aproximada de um centímetro, e nelas havia reentrâncias curvas — duas ou três — na parte superior. Na depressão central, uma espécie de bacia delimitada por essas bordas, havia um pequeno pedaço de cigarro fumado (uma bagana) e, aqui e ali, cinzas esparsas, além de um palito de fósforos já riscado. Respondi:

— Yes!

O que sucedeu então foi indescritível. A boa senhora teve o rosto completamente iluminado por onda de alegria; os olhos brilhavam — vitória! vitória! — e um largo sorriso desabrochou rapidamente nos lábios havia pouco franzidos pela meditação triste e inquieta. Ergueu-se um pouco da cadeira e não se pôde impedir de estender o braço e me bater no ombro, ao mesmo tempo que exclamava, muito excitada:

— Very well! Very well!

Sou um homem de natural tímido, e ainda mais no lidar com mulheres. A efusão com que ela festejava minha vitória me perturbou; tive um susto, senti vergonha e muito orgulho.

Retirei-me imensamente satisfeito daquela primeira aula; andei na rua com passo firme e ao ver, na vitrine de uma loja,alguns belos cachimbos ingleses, tive mesmo a tentação de comprar um. Certamente teria entabulado uma longa conversação com o embaixador britânico, se o encontrasse naquele momento. Eu tiraria o cachimbo da boca e lhe diria:

-- It's not an ash-tray!

E ele na certa ficaria muito satisfeito por ver que eu sabia falar inglês, pois deve ser sempre agradável a um embaixador ver que sua língua natal começa a ser versada pelas pessoas de boa-fé do país junto a cujo governo é acreditado.

Maio, 1945

01 June 2007

Muito parecido, muito estranho...




Aprovado pela Tropa do A Landerna.

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Faz tempo que não resmungo nada aqui, então vou dizer: acho um saco esse papo de compensação do aquecimento global com o plantio de árvores. Não faz o mínimo sentido.O único jeito de se acabar com o aquecimento causado pelas turbinas dos aviões é plantar baobás na pista do Afonso Pena.

Pior são as empresas e os "descolados", querendo entrar na onda do ecologicamente correto.

- "A minha agência de publicidade planta dez pés de jasmim para compensar nossas sessões de brainstorming"

- "Toda vez que eu atualizo meu videolog, eu planto um cacto".

- "Sempre que eu solto um peido, eu planto uma bracatinga (no pun intended)"

Quer acabar com o aquecimento global, faça um churrasco. Dizem que o flato das vacas é que causou o verão do namco este ano.

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Ok, confesso:

Escrevi este post só por causa dessa frase:

- "Sempre que eu solto um peido, eu planto uma bracatinga (no pun intended)"

TRIPLE COMBO! Aguardem seis meses por mais pérolas como essa.

Adios amigos! I am off to James Bar! Ou não!

Bastardo

Recommended downloads: Razzmatazz - Pulp

21 March 2007

Mas seri?


O problema de ser fã de alguma coisa é que você se torna um paspalho. Desde 1997 o Robert Smith afirma no início de cada ano que o The Cure com certeza fará um tour pela América do Sul, e eu sempre acredito.

Agora o boato é que eles vêm para cá em novembro. Boato até agora, acho que baseado em um show que eles vão fazer no Japão.

Mas eu já tô com taquicardia.

Se alguém tiver alguma notícia mais concreta, por favor me avisem.

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Passando para o rock concreto, palpável e efetivo, vai aí a convocação:

null

Aquela esbórnia já tradicional, viximaria avimãe.

Não percam.
Joguem para vencer.

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O tipos já virou gotas de luxo? Parece igual ao que era antes. Prefiro assim.

Bastardo

Recommended downloads: The Cure - A Pink Dream

15 January 2007

Um gênio do Paint

 

Se eu não fosse meio devagar para mexer com imagens, essa piada tinha uma leve chance de sair com o timing correto. Talvez até ficasse engraçada.

 

 

Cratera

Bom, quem sabe teremos mais algum post até o final de 2007.

FIM!

Bastardo

Recommended downloads: Walk Away- Franz Ferdinand

31 December 2006

Mark my words

 

Pode ser ecologicamente correto, servir como opção de renda para os mais pobres e o escambau. Mas é certeza que essas decorações de natal com garrafas pet recicladas vão ser lembradas num futuro não muito distante como o pináculo do brega por muitos e muitos anos.

 

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E assim, com esse resmungo virtual, chegamos ao final de 2006. Que foi um ano do caralho, seguindo o teorema das ascensões dos anos já citado por mim em posts antigos que, percebo agora, foram banidos para alguma limbo virtual pelo golfinho e só podem ser acessados pelo Google. The whatever.

O que me preocupa é imaginar como 2007 vai poder suplantar 2006. Foi neste ano o dia mais feliz da minha vida - 30 de junho. No amor, se melhorar estraga. Profissionalmente, não posso reclamar de nada. A saúde vai bem, obrigado - se bem que a retomada do Projeto Palito faz-se urgente. A família está em paz.

A única coisa que piorou em 2006 foi a distância dos amigos, que embora mais curta que no começo do ano, ainda é um obstáculo. E não sei se mudar para Curitiba é uma meta factível em 2007, provavelmente só a partir de 2008.

Sendo assim, entro no Ano Novo com um dilema - qual será a resolução de Ano Novo? Que metas buscar, vendo que as de 2006 já foram cumpridas? Não sei. Melhor deixar sem metas mesmo, e aproveitar para agradecer quem possibiltou que 2006 fosse um ano tão bom: Letícia, amor da minha vida e que com certeza já tem algumas metas escolhidas para mim, hehe; minha família; e vocês, meus amigos que ainda acessam este blog e são tão importantes para mim.

Feliz ano novo, indiarada!

P.S: Matutando, pensei numa meta para 2007. Já passou da hora de alguém quebrar a banca no Bellagio.

 Bastardo

Recommended downloads de 2006:  Nightswimming - REM

                                                          Bitter Sweet Simphony - Verve

                                                          Lovesong - Cure

                                                          In my life - Beatles

                                                          Marcha Nupcial - Mendelssohn

                                                          Thirty-three - Smashing Pumpkins

                                                          Shiny Happy People - REM

                                                          Aquela que o Claudinho tocou do Weezer, que era pra ser Glorious Day

                                                          Nobody does it better - Carly Simon

 

P.S: Falando em amigos, notícia muito triste me chega agora. Força para a Tati e para toda a família, e podem contar comigo e com a Lê para o que precisarem.

29 November 2006

Esse dá prum cineasta!

 

Apresento abaixo uma obra-prima do Theo que merece ser divulgada para todos que participaram da saudosa I Copa Gordura>

http://www.grapheine.com/bombaytv/play_fr.php?id=1790246

 Bom pra caralho. Two thumbs up!

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Falando em obras-primas, vocês já deram uma olhada no último texto do Briguet? Sei que é muita presunção minha achar que alguém teria lido esse post aqui e não o dele - afinal, ninguém mais lê este blog, visto que nada mais é escrito nele. Mas de qualque jeito, vai aí o link:

 http://briguet.tipos.com.br/bloco_1/item/de-ferro-e-carbono

 Nessa o Briguet acertou a mãe mesmo (nossa, que bonadilho). Prevejo que em poucos meses (provavelmente em maio), veremos este texto circulando pela net em forma de spam. Infelizmente, até lá alguém já vai ter trocado os créditos do Briguet por "Luís Fernando Veríssimo", ou "Mário Quintana".

 Inclusive esses dias eu estava discutindo com uns amigos meus meio intelectuais, meio de esquerda, que criticavam veementemente a "fase política" de Mestre Briguet". Confesso que também não era muito fã daquela fase, mas é porque o tema era ingrato.

 Acredito que não há como ser lírico, espirituoso ou sequer engraçado falando de política. Quando se escreve sobre política, o menos é mais. Os fatos brutos, por si só, já costumam ser estupidamente hilários ou demasiado tristes para quem acompanha o dia-a-dia dos nossos mandatários. Quando vi que o PSDB ia mesmo aliar-se ao PMDB nas eleições para governador, não pude evitar as gargalhadas. E depois quando vi que impugnaram a candidatura do Hermas pra vice e ele saiu das eleições com as mãos abanando, quase correram-me lágrimas a ver a justiça poética do caso.

Enfim, chega de ler as bobagens que eu escrevo e vá ler o Briguet. E se você encontrar mantras estranhos espalhados pelo texto como esse aqui: (<!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]-->), não se espante. Estudiosos me informaram que isso são rescaldos da fase mística de Briguet, quando ele morava num acampanento hippie na chapada Diamantina.

 Ablué!

Bastardo

Recommended downloads: A film by Toonda - Theo

26 October 2006

Lei Áurea

 Olá, doidivanas!

 

Exulto em informá-los que meus tempos no país das sacolas listradas estão findados. A partir da semana que vem já estarei desfrutando do doce aroma da cálida brisa parnanguara, juntamente com minha amada.

Para comemorar tal feito, exorto a todos a comparecerem na festa de aniversário do James, onde haverá farta distribuição de jacas para o pronto atolamento de todos.

 

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Aliás, assim é gostoso chegar ao litoral. Copa Gordura? Tô dentro! Só não sei ainda que acepipe oferecer aos meus amigos. Miojo au Bacon? Lê cotêlete du Chat Noir?

 

Tantas opções, tão pouco tempo.

 

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 Se forem rolarem eventos hoje, a turma podem avisarem.

 

Bastardo

 

Recommended downloads: Come Home - James